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Escrito por Tacho
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Seg, 11 de Maio de 2009 11:00 |
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Página 1 de 6 O alumínio tem uma grande afinidade pelo oxigênio. A mera exposição do alumínio ao ar cria uma camada fina de óxido que protege o resto da peça da completa oxidação. Esta camada é muito fina, praticamente imperceptível. Entretanto, o óxido de alumínio é uma das substâncias mais duras que existem, além de ser quimicamente bastante inerte, portanto, o engrossamento desta camada é uma técnica que oferece ao alumínio uma proteção superficial extraordinária. Esta técnica se chama anodização é consiste em usar alumínio como anodo em uma cuba eletrolítica. As características da camada de óxido assim produzida dependem da composição da liga, da densidade da corrente, da composição do eletrólito e da temperatura.
 Exemplos de peças de alumínio anodizadas
O tipo de anodização mais comum é feito em uma solução de ácido sulfúrico e gera uma camada porosa de óxido. Estes poros são posteriormente fechados pela mera imersão em água fervente. Este tipo de anodização é usado para obter películas de óxido entre 30 e 50 mícrons (0,03 e 0,05mm), podendo chegar a mais de 100 mícrons sob condições especiais.
A peça de alumínio a anodizar
As ligas usadas para fazer perfis e chapas são geralmente fáceis de anodizar. Já as ligas usadas em fundição, mesmo depois de usinadas, costumam dar resultados fracos ou simplesmente não anodizar.
Peças de alumínio aparafusadas ou rebitadas devem ser separadas e anodizadas individualmente.
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Última atualização em Sex, 07 de Agosto de 2009 03:44 |